Polícia investiga morte de bebê de 3 meses da cidade de Alagoa Grande em hospital de Campina Grande

A polícia está investigando a morte de uma bebê de 3 meses, que aconteceu ontem (27), no Hospital Clispi, em Campina Grande. Na denúncia, a mãe da criança diz que ela morreu após receber uma medicação injetada na unidade de saúde.

O Hospital Clispi informou por meio de nota que “executou todos os procedimentos necessários para recuperar o estado da criança, porem em face da gravidade do seu quadro clinico, lamentavelmente, não houve possibilidade de êxito”. A unidade hospitalar disse ainda que “compreende e lamenta a dor e angustia dos familiares com o ocorrido”, mas que “todas as providencias cabíveis foram tomadas”, incluindo uma série de procedimentos médicos e a imediata transferência para a UTI Infantil.

À polícia, a mãe da bebê disse que levou a filha à unidade hospitalar no fim da tarde do domingo (26), após ela apresentar uma pequena dificuldade para respirar, o que considerou como sendo um “cansaço”.

No hospital, a menina teria recebido atendimento médico e feito exames de sangue e um raio X. Depois desses procedimentos, recebeu medicação injetada por uma profissional de saúde do local.

Ainda segundo o relato da mãe para a polícia, o quadro de saúde da menina teria piorado após ela ter sido medicada. A garota ainda teria sido transferida para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde também foi intubada e sofreu duas paradas cardíacas antes de morrer.

De acordo com o delegado Luciano Serra Seca, inicialmente o caso será investigado a partir da suspeita de aplicação errada da medicação. “Como houve denúncia, cabe à polícia investigar”, explicou.

Um inquérito será aberto pela Delegacia Especializada da Infância e Juventude, responsável por continuar com a investigação da morte da criança.

O corpo da menina também passará por exames, que devem identificar a causa da morte, feitos no Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) da cidade.

Fonte: G1 PB

Fazenda anuncia aumento de imposto sobre combustíveis para arrecadar R$ 28,8 bi neste ano

O Ministério da Fazenda anunciou nesta segunda-feira (27) que haverá aumento do imposto sobre os combustíveis para arrecadar R$ 28,8 bilhões neste ano, valor anunciado pelo ministro Fernando Haddad em pacote fiscal em janeiro.

A pasta não explicou, porém, qual será o percentual de reajuste e nem o valor em reais por litro de cada combustível. Acrescentou somente que os combustíveis fósseis, como a gasolina, serão mais onerados.

A decisão foi comunicada após reunião na manhã desta quinta no Palácio do Planalto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Haddad (Fazenda), além do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. Outro encontro sobre o assunto deve acontecer ainda hoje.

ENTENDA

O presidente Lula prorrogou somente até 28 de fevereiro a desoneração (redução a zero) dos impostos federais que incidem sobre a gasolina, o álcool, querosene de aviação e gás natural veicular (GNV).
Com isso, a cobrança dos impostos volta já na quarta-feira, 1º de março, de acordo com o que for decidido pelo governo.

No caso do diesel e do gás de cozinha, os impostos federais estão zerados até 31 de dezembro.
A ala política do governo, porém, teme impacto do aumento dos combustíveis na inflação e na popularidade do presidente, e vinha pressionando pela extensão da desoneração dos impostos.

Já a equipe econômica contava com a volta da cobrança dos impostos para aumentar a arrecadação e diminuir o rombo de mais de R$ 200 bilhões esperados para as contas do governo neste ano.

Reoneração parcial
Com impasse entre alas econômica e política, o governo avalia uma reoneração parcial da gasolina e do álcool, conforme noticiaram os repórteres da GloboNews Nilson Klava e Bianca Lima.

A possibilidade que está na mesa e que foi levada ao presidente Lula prevê que a gasolina seja reonerada em 71% do PIS e da Cofins.

Ou seja, em vez de voltar a cobrar a totalidade do imposto, o que representaria R$ 0,69 por litro do combustível, o governo cobraria R$ 0,49 por litro.

Já em relação ao álcool, a reoneração seria menor, de 25%. Ou seja, dos R$ 0,24 por litro, que representa a totalidade do tributo federal, o governo voltaria a cobrar R$ 0,06. O objetivo é manter a competitividade do etanol.

Formato
De acordo com o blog do jornalista Valdo Cruz, da GloboNews e colunista do g1, a proposta, que ainda está sendo desenhada tecnicamente, fará mudanças na estrutura de tributos na cadeia produtiva de combustíveis.

A ideia é que toda arrecadação extra, de R$ 28 bilhões, venha da tributação de combustível, majoritariamente de produtos fósseis, mas numa estrutura da cadeia de impostos que minimize o impacto ao consumidor.

A fórmula encontrada preserva a proposta do Ministério da Fazenda, lançada em 12 de janeiro, quando Fernando Haddad disse que, a partir de março, o governo iria voltar com a tributação para garantir R$ 28 bilhões a fim de reduzir o tamanho do déficit previsto para este ano, de R$ 231 bilhões, para algo entre R$ 90 bilhões e R$ 100 bilhões.

A proposta a ser divulgada será baseada, segundo integrantes do governo, em três princípios:

o da sustentabilidade ambiental, tributando mais o combustível fóssil;
o social, penalizando menos o consumidor;
e econômica, garantindo a arrecadação extra de R$ 28 bilhões ao final do ano.

G1

Em homenagem a Pelé, Messi conquista prêmio de melhor jogador do mundo

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) realizou nesta segunda-feira (27) uma cerimônia de premiação para os melhores jogadores, masculino e feminino, do último ano de 2022. O “The Best”, de melhor jogador do mundo, foi para o argentino Lionel Messi, campeão e eleito principal atleta da última Copa do Mundo. Essa é a sétima vez que ele conquista o prêmio (quatro Bolas de Ouro e três The Best).

O evento também entregou à espanhola Alexia Putellas, jogadora do Barcelona, o The Best, de melhor jogadora do mundo. Outros prêmios foram entregues para os melhores da última temporada, incluindo melhor goleiro, treinador, gol, torcida e titulares, tanto masculinos quanto femininos.

Mas antes de iniciar a entrega dos troféus, a FIFA preparou uma homenagem ao Rei Pelé, que faleceu no último dia 29 de dezembro. Na cerimônia, vídeos e declarações de estrelas do futebol, como Ronaldo Fenômeno e Jairzinho, e da esposa de Pelé, tomaram conta do início da premiação. E o cantor Seu Jorge também cantou a música “Changes”.

Confira todos os premiados:

– Melhor goleiro: Emiliano Martinez
– Melhor goleira: Mary Earps
– Prêmio Puskas (gol mais bonito): Marcin Oleksy
– Melhor treinadora: Sarina Wiegman
– Melhor treinador: Lionel Scaloni
– Melhor torcida: Argentina
– Seleção feminina: Christiane Endler, Lucy Bronze, Maria León, Leah Wlliamson, Wendie Renard, Alexia Putellas, Keira Walsh, Lena Oberdorf, Alex Morgan, Sam Kerr e Beth Mead
– Seleção masculina: Thibaut Courtois, Achraf Hakimi, Virgil van Dijk, João Cancelo, Kevin de Bruyne, Casemiro, Luka Modric, Lionel Messi, Karim Benzema, Erling Haaland e Kylian Mbappé
– Melhor jogadora: Alexia Putellas
– Melhor jogador: Lionel Messi

MaisPB

Paraíba não terá aumento de imposto sobre combustíveis, garante secretário executivo da Fazenda

O secretário executivo da Sefaz da Paraíba, Bruno Frade, disse, em entrevista ao Arapuan Vervade, nesta segunda-feira (27), que não haverá retomada do aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da gasolina no estado. 

"Dia 16 de Janeiro tivemos o pacote acelera Paraíba para estimular o desenvolvimento de nosso estado. Não haverá aumento de tributos. Não será aumentado a alíquota do ICMS, o governador garantiu que não haverá aumento de tributos", garantiu o secretário, como apurou o ClickPB. 

O gestor lembrou que mesmo com essa garantia há uma discussão sendo colocada a nível nacional sobre o assunto. "Agora, existe sim, uma discussão em Brasília, acerca da legalidade em alguns termos da Lei completar 194 que passou um facão nos recursos financeiros dos estados em meio a 20 a 25%, no meio de um exercício fiscal em curso. Imagine você contar com seu salário durante aquele ano e seu patrão resolver reduzir ele sem nenhum aviso. Uma medida absurda e eleitoreira que abalou não só o estado da Paraíba, mais todas as 27 federações do país", explicou. 

Frade disse que já está marcada uma reunião com o governo federal para reaver o valor perdido que chega a mais de R$ 700 milhões em menos de um ano. "Iremos discutir isso em sede nacional no dia 1º de março, junto com o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Seron,  para discutir algumas medidas compensatórias, já que a Paraíba perdeu R$ 706 milhões, quase um bilhão, com a redução dos combustíveis e da energia elétrica. Já há uma sinalização em fazer uma compensação e iremos fechar um acordo com todos os estados para tentar diminuir os prejuízos que tivemos", destacou.  

A diminuição do imposto estadual foi estabelecida pelo projeto de lei sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) no dia 23 de junho de 2022. Pelo texto aprovado pelo Congresso, itens como diesel, gasolina, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo passaram a ser classificados como essenciais e indispensáveis, o que impede que os estados cobrem taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia de 17% a 18%, dependendo da localidade.

ClickPb

O novo capítulo da batalha de Roberto Jefferson

Foto: PTB

Os advogados do ex-deputado Roberto Jefferson ingressaram com requerimento solicitando que seu cliente seja julgado por lesão corporal leve e não por tentativa de homicídio – uma missão difícil.

Jefferson desferiu 60 tiros de carabina e ainda lançou 3 granadas contra os agentes da Polícia Federal, dois deles ficaram feridos por estilhaços.

Uma agente da PF só não foi atingida porque o tiro de Jefferson pegou em cima da própria arma da agente, o acaso protegeu os dois.

Os advogados João Pedro Barreto, Juliana David e Fernanda Carvalho argumentam na defesa:

“Os laudos estão em total consonância com o interrogatório prestado pelo ora defendente em sede policial, que da mesma forma relata que jamais teve a intenção de ferir as vítimas, quanto mais ceifar suas vidas. Ressalta-se que as lesões corporais sofridas pelas vítimas foram de natureza leve, não causando perigo de vida”. 

Com argumentos duros, os advogados de Jefferson pedem a nulidade das decisões do ministro Alexandre de Moraes no processo.

O pedido foi encaminhado à magistrada Abby Magalhaes, da 1ª vara federal de Três Rios (RJ). Os causídicos entendem que a prisão decretada por Alexandre de Moraes é ilegal, pois ocorreu no âmbito de um processo onde Jeffferson foi denunciado por homofobia, calúnia e danos ao patrimônio, porém, em 2022, o próprio STF reconheceu não ter prerrogativa em julgar o caso já que Jefferson não dispõe de foro privilegiado.

Jornal da Cidade Online

Inexplicavelmente, Globo muda radicalmente de opinião e agora é favorável ao aumento do preço dos combustíveis

Parece absurdo, mas é a mais pura realidade. Jornalistas do Grupo Globo, por meio de seus diversos canais de comunicação, simplesmente mudaram de opinião, em poucos meses, e praticamente iniciaram uma campanha, vejam só, para que os impostos sobre combustíveis voltassem a ser cobrados novamente, gerando aumento do preço para o consumidor final.

O que acabou se confirmando, na tarde desta segunda-feira (27), em decisão anunciada pelo ex-presidiário Lula (como noticiado aqui no JCO)

Uma matéria do G1, de abril de 2022, por exemplo, trazia uma crítica pesadíssima ao aumento do preço dos combustíveis. Na época, o presidente era Jair Bolsonaro.

“Efeito cascata: entenda como a disparada dos preços dos combustíveis afeta também quem não tem carro”, dizia o título.

No texto, a explicação sobre como o aumento do custo de gasolina, diesel e etanol afetariam toda a a cadeia econômica, e citava a logística como uma das mais atingidas..

Na mesma época o capitão, já tinha tomado uma série de providência para conter o aumento, que ocorria principalmente por causa da subida do dólar e da disparada dos preços do petróleo no mercado internacional, em função da guerra da Rússia com a Ucrânia e ainda por causa da pandemia.

Ele zerou todos os impostos federais e, depois de uma dura negociação com o congresso nacional, prefeitos e governadores, conseguiu baixar e unificar a cobrança de ICMS em todo o país. Como resultado, meses depois, o combustível brasileiro passava a custar, em alguns casos, menos da metade e se tornava um dos mais baratos do mundo.

Mas confira o título de outra matéria, agora de O Globo, da jornalista Míriam Leitão, publicada na sexta-feira (24).

“Cobrar imposto da gasolina é o melhor do ponto de vista social, fiscal e ambiental”

Míriam, uma jornalista de esquerda que ‘fez o L’ durante toda a campanha eleitoral, após passar quatro anos criando narrativas contra Bolsonaro, escreve que é preciso cobrar o imposto, para não ter que abrir mão de R$ 52 bilhões, e tenta induzir o leitor a acreditar que o ex-presidiário que ocupa do Palácio do Planalto é uma vítima, presa a uma ‘armadilha’ de Jair.

Um absurdo sem tamanho, com o objetivo de defender o plano de Lula e de seu ministro da Fazenda, o ‘poste’ Fernando Haddad, nesta retomada da cobrança de todas as tarifas federais.

Mas tem ainda a pressão dos governadores, para que o ICMS também volte ao patamar anterior e, mais, seja estabelecido livremente em cada estado, sem qualquer tipo de padronização nacional. Se isso correr, o impacto, como ressaltava a matéria anterior deste mesmo grupo de comunicação, será ainda mais devastador com alta generalizada de preços em toda a cadeia produtiva e consequente queda de poder de consumo em todas as faixas sociais, mas afetando principalmente os mais pobres, que direcionam seus ganhos para alimentos e bens básicos.

Os tais R$ 52 bilhões que o governo pretende colocar as mãos para continuar ‘estourando o teto da gastança, irá se dissolver e virar um número negativo, pois a arrecadação cairá vertiginosamente em outros setores.

Deixando as questões técnicas e econômicas de lado, é realmente vergonhoso observar que o jornalismo daquela que ainda é empresa com maior penetração nos lares brasileiros, permitam que seus jornalistas se prestem a esse tipo de ativismo ideológico de redação.

É a institucionalização da mentira, bem a cara do atual governo… mas ‘os outros’ é que são acusados de fake news!

Mário Abrahão. Jornalista.

Jornal da Cidade Online

Haddad afirma que Petrobras pode baixar preços para compensar reoneração de combustíveis

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad fala sobre baixar preços 
para compensar reoneração de combustíveis. Reprodução/Jovem Pan News

Ministério da Fazenda anunciou nesta segunda a volta da tributação dos combustíveis

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou na noite desta segunda-feira, 27, que a Petrobras pode reduzir os valores de combustíveis, dentro da política de preços da estatal, para compensar a reoneração da gasolina e do etanol. “A atual política de preços da Petrobras tem um colchão que permite aumentar ou diminuir o preço dos combustíveis e ele pode ser utilizado”, disse após ser questionado por jornalistas se teria alguma medida, por parte da empresa, para evitar que o preço aumente para o consumidor. Mais cedo, a pasta anunciou a volta da tributação dos combustíveis, mas com uma carga maior sobre a gasolina em relação ao etanol. A modelagem da cobrança, com porcentual definido sobre cada item ainda não foi informada, mas o ministério garantiu que não haverá perda de arrecadação e os R$ 28,9 bilhões de aumento de receitas estão garantidos. O secretário-executivo da Fazenda, Gabriel Galípolo, embarcou para o Rio de Janeiro para participar de reunião com a diretoria da Petrobras para tratar do preço dos combustíveis. Responsável pela equipe econômica, o ministro Fernando Haddad deve detalhar a decisão nesta terça-feira, 28. Uma das ideias discutidas pelo Palácio do Planalto, neste momento, é editar uma nova medida provisória (MP) com as regras sobre as cobranças.

O governo de Jair Bolsonaro zerou as alíquotas da Cide e do PIS sobre os combustíveis até dezembro do ano passado. No início do governo, Lula decidiu prorrogar a isenção dos tributos federais sobre a gasolina e o etanol, impondo a primeira derrota de Haddad. Aliados do presidente da República vinham defendendo a prorrogação, válida até a terça-feira, 28, para evitar um repique na inflação e uma eventual perda de popularidade do chefe do Executivo federal. Na prática, portanto, a decisão de reonerar os impostos representa uma vitória de Haddad, que vinha enfrentando um processo de “fritura” pela ala política do governo. O titular da Fazenda é um defensor da reoneração alegando questões fiscais, ambientais e jurídicas, mas a ala política do governo vinha defendendo a prorrogação da desoneração. Na sexta-feira, 24, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, escreveu, em seu perfil no Twitter, que taxar os combustíveis seria “descumprir compromisso de campanha”. “Não somos contra taxar combustíveis, mas fazer isso agora é penalizar o consumidor, gerar mais inflação e descumprir compromisso de campanha”, diz um trecho da publicação da petista.

Por Jovem Pan

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