Jogador do elenco principal do Bordeaux é pego roubando chuteiras do vestiário

Jogador do Bordeaux é pego furtando pares de chuteiras dos companheiros de equipe (Foto: Divulgação/FC Girondins de Bordeaux)
A situação no elenco do Bordeaux não é a das melhores. Segundo a RMC Sport, da França, um jogador do time principal do clube francês foi pego roubando chuteiras no vestiário recentemente. O atleta, que não teve sua identidade divulgada, foi desmascarado por uma ex-namorada, que contou ao restante da equipe.
O jovem jogador furtava os pares de sapatos de seus companheiros de clube e os revendia na internet. Ao ser descoberto, os titulares da equipe francesa decretaram que o atleta não poderia mais participar das atividades do time.
Ainda de acordo com a emissora, o jogador foi punido pelo Bordeaux apenas com um jogo de suspensão e uma multa alta. A medida tomada pelo clube, porém, não foi bem vista pelos demais atletas, que a consideraram branda. Apesar disso, caso agora é dado como encerrado no vestiário do time.
O Bordeaux é o atual lanterna do Campeonato Francês, com apenas 22 pontos, a seis do Clermont, primeiro time fora da zona de rebaixamento. O clube volta a campo contra o Lille, sexto colocado, às 14h de sábado, no Estádio Pierre-Mauroy.

Por Redação do GE
Bordéus, França

Doria recua, renuncia ao governo e mantém candidatura à Presidência pelo PSDB

Doria será candidato à presidência pelo PSDB; 
Rodrigo Garcia disputará o governo estadual. 
RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS

Rodrigo Garcia assume a administração estadual; anúncio ocorreu após tucano ameaçar desistir da postulação ao Planalto

Em mais uma reviravolta no tabuleiro político, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), renunciou ao comando do Palácio dos Bandeirantes e anunciou que manterá sua pré-candidatura à Presidência da República. “Sim, serei candidato à Presidência da República pelo PSDB, o nosso partido, e juntos, ao lado de outros partidos, de políticos e de pessoas que têm respeito pela democracia, pela vida e pelos cidadãos, nós vamos vencer o populismo, a maldade e a corrupção”, declarou. Em um discurso na sede do governo paulista, precedido por manifestações de integrantes de sua gestão, como o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, e de gritos de “Brasil, à frente, Doria presidente”, o tucano fez críticas aos governos do PT e do presidente Jair Bolsonaro, além de ter exaltado o vice-governador, Rodrigo Garcia (PSDB), que assumirá o comando da máquina do Estado de São Paulo no dia 2 de abril. “Daqui para frente nosso trabalho continua em São Paulo pelas mãos experientes e competentes de Rodrigo Garcia, que a partir do próximo dia 2 será governador do Estado de São Paulo, e será reeleito. Quero estar ao lado de vocês a partir do próximo dia 2 para mostrar que é possível, sim, ter uma nova alternativa para o Brasil, uma alternativa de paz, de trabalho, de dedicação, de humildade e de integração de todo o Brasil”, acrescentou. 

Doria aproveitou o feito para enaltecer feitos de seu governo nas áreas da educação, segurança pública e economia. Um vídeo transmitido no início da coletiva fez uma retrospectiva da pandemia de Covid-19 e da vacinação no Estado, em uma sinalização de que este deve ser o principal mote da campanha do tucano ao Planalto. O governador chorou e ficou com a voz embargada algumas vezes durante o pronunciamento, principalmente nos momentos em que citou a família. O gestor paulista também classificou o atual cenário eleitoral como uma disputa de “rejeitados”. “Pesquisas mostram que nem Bolsonaro, nem Lula têm a confiança dos brasileiros. Nós estamos em uma disputa de rejeitados. A desaprovação de um e de outro é o que alimenta o voto de um contra outro, e não o voto a favor. Agora é hora do voto ser a favor do Brasil”, ressaltou. 

Se publicamente o evento mostrou um PSDB unido, nos bastidores o clima no tucanato não foi nada ameno nas últimas horas. Ao sinalizar a aliados, na noite da quarta-feira, 30, que poderia desistir de sua pré-candidatura à Presidência, Doria desencadeou mais uma crise dentro do partido. Aliados foram pegos de surpresa e ameaçaram romper com o vencedor das prévias. A decisão de não concorrer ao cargo mais importante do país e permanecer à frente do governo paulista até o final do ano também causou consequências no Palácio dos Bandeirantes. Segundo apurou a Jovem Pan, Rodrigo Garcia chegou a pedir demissão da Secretaria de Governo, coração da administração do Estado, e discutiu com interlocutores a possibilidade de migrar para o União Brasil. Internamente, o movimento de Doria foi visto como uma forma de conquistar o apoio da cúpula do partido à sua candidatura – patinando nas pesquisas de intenção de voto, o governador de São Paulo convive com a resistência de uma ala da sigla que rejeita sua postulação e defende o nome de Eduardo Leite, que renunciou ao governo do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira, 31.

No início da tarde, o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, enviou uma carta aos principais líderes da sigla na qual afirmava que Doria era o candidato da legenda e que o resultado das prévias seria respeitado. “O governador tem a legenda para disputar a presidência da República. E não há, nem haverá qualquer contestação à legitimidade da sua candidatura pelo partido”, declarou o cacique. Horas depois, aliados sinalizavam que o governador paulista recuaria da decisão e manteria sua postulação. Coincidência ou não, o recuo passou a ser especulado no momento em que o ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro oficializou sua filiação ao União Brasil e a desistência, “neste momento”, de sua pré-candidatura à Presidência. Embora não tenha alcançado os dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto, Moro aparecia numericamente à frente de Doria nos levantamentos.

Por Jovem Pan

Daniel Silveira coloca foto de Alexandre de Moraes em tornozeleira eletrônica

Silveira coloca imagem de Moraes
 em tornozeleira | Foto: Reprodução

É possível ver um retrato em preto e branco do ministro no equipamento

O deputado Daniel Silveira (União Brasil-RJ) colocou a imagem do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes na tornozeleira eletrônica que está usando por ordem do magistrado.

Em fotos divulgadas é possível ver um retrato em preto e branco do ministro. O parlamentar vinha resistindo a usar o equipamento, defendendo que o caso fosse analisado pelo plenário da Câmara.

Silveira chegou a dormir uma noite na Câmara para evitar a instalação do equipamento, mas resolveu acolher a ordem depois que Moraes endureceu as condições e determinou multa diária de R$ 15 mil e bloqueio de suas contas bancárias.

Mais cedo, o parlamentar compareceu a uma cerimônia no Palácio do Planalto e justificou a sua decisão: “Quando Alexandre de Moras determina bloqueio de bens e R$ 15 mil, quem vai pagar a multa diária para mim?”

Na noite desta quarta-feira, o parlamentar disse a Jovem Pan: “Não tenho caixinha de corrupção, não tenho secretaria, não tenho carguinho aqui e acolá, então é o meu salário”.

O caso

O deputado chegou a ser preso no ano passado sob a acusação de supostos atos antidemocráticos contra os juízes da Suprema Corte, após divulgar um vídeo com ataques aos ministros. Foi solto meses depois, mas com a imposição de medidas cautelares, como a proibição de acesso a redes sociais.

Na semana passada, Moraes acatou pedido de Lindôra Araújo, subprocuradora-geral da República, para que o deputado volte a ser monitorado por tornozeleira eletrônica e seja proibido de participar de eventos públicos.

Ao pedir que ele use o equipamento eletrônico, Lindôra disse que os discursos proferidos pelo parlamentar ultrapassam o exercício do direito de crítica aos Poderes Constitucionais.

Redação Oeste

STF inicia votação para analisar medidas contra Daniel Silveira

Deputado Daniel Silveira colocou a tornozeleira
 na quinta-feira 31 | Foto: Reprodução

Os ministros devem se manifestar no plenário virtual até até o final do dia

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta sexta-feira, 1º, a votação, em plenário virtual, referente às medidas impostas pelo ministro Alexandre de Moraes contra o deputado federal Daniel Silveira (União Brasil-RJ).

Como esperado, Moraes, relator do caso, votou em favor de manter as medidas contra Silveira, como multa diária de R$ 15 mil no caso do descumprimento de qualquer medida cautelar e a possibilidade de oficiar o bloqueio imediato de suas contas bancárias para pagamento da pena.

Em seu voto, Moraes criticou as recentes ações de Daniel Silveira. “Estranha e esdrúxula situação, onde o réu utiliza-se da Câmara dos Deputados para esconder-se da Polícia e da Justiça, ofendendo a própria dignidade do Parlamento, ao tratá-lo como covil de réus foragidos da Justiça”, escreveu o ministro.

O ministro Edson Fachin decidiu acompanhar o voto do relator. Os outros integrantes do Supremo podem votar até às 23h59 de hoje.

O caso

O deputado chegou a ser preso no ano passado sob a acusação de supostos atos antidemocráticos contra os juízes da Suprema Corte, após divulgar um vídeo com ataques aos ministros. Depois foi solto, mas com a imposição de medidas cautelares, como a proibição de acesso às redes sociais.

Na semana passada, Moraes acatou pedido da subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, para que o deputado volte a ser monitorado por tornozeleira eletrônica e seja proibido de participar de eventos públicos.

Ao pedir que ele use o equipamento eletrônico, Lindôra Araújo disse que os discursos proferidos pelo parlamentar ultrapassam o exercício do direito de crítica aos Poderes Constitucionais.

Ontem, o deputado foi à Superintendência da Polícia Federal, no Distrito Federal, e recolocou a tornozeleira eletrônica. O parlamentar vinha resistindo a acatar a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes defendendo que o caso deveria ser analisado pelo plenário da Câmara.

Daniel Silveira chegou a dormir uma noite na Casa para evitar a instalação do equipamento, mas decidiu acolher a ordem depois que Moraes endureceu as condições e determinou multa diária de R$ 15 mil e bloqueio de suas contas bancárias.

Redação Oeste

Brasil e Austrália firmam acordo sobre vistos de trabalho e férias

Ministro da Imigração australiano, Alex Hawke, e 
embaixador brasileiro Mauricio Lyrio assinam acordo
 Foto: SBSAustralia/Embaixada da Austrália no Brasil

Anualmente, 500 jovens brasileiros poderão permanecer no país por até 12 meses, com a possibilidade de trabalhar e estudar

O governo brasileiro assinou nesta quinta-feira, 31, um memorando de entendimento com a Austrália sobre vistos de Trabalho e Férias., informou o Ministério das Relações Exteriores.

A partir de 1º de julho de 2022, quando entrará em vigor, o acordo permitirá que, anualmente, 500 jovens brasileiros entre 18 e 30 anos permaneçam na Austrália por até 12 meses, com a possibilidade de trabalhar e estudar.

Atualmente, para que um brasileiro trabalhe ou estude em território australiano, é necessário ter vínculo prévio com o empregador ou com a instituição de ensino.

Os brasileiros são o oitavo maior contingente de estudantes estrangeiros na Austrália (cerca de 9 mil alunos). O Brasil mantém igualmente “acordos de férias-trabalho” com Alemanha, França e Nova Zelândia.

A embaixada australiana em Brasília comemorou a iniciativa, dizendo que “foi assinado um dos mais esperados acordos de visto entre Austrália e Brasil”.

O ministro da Imigração australiano, Alex Hawke, afirmou que o acordo “apoiará o rápido crescimento dos laços científicos, de pesquisa, educacionais, econômicos e institucionais entre a Austrália e o Brasil”.

A Austrália fica na Oceania e tem uma população de aproximadamente 25 milhões de habitantes, a capital é Camberra, mas a cidade mais populosa e importante do país é Sydney.

Afonso Marangoni

Petrobras perde ação judicial de quase R$ 2 bilhões e vai recorrer

Petrobras vai recorrer depois de decisão do Tribunal de 
Justiça do Rio | Foto: André Motta de Souza/Agência Petrobras

Tribunal de Justiça do Rio decidiu a favor de ex-fornecedora de sondas de prospecção de petróleo e gás

A Petrobras informou nesta quinta-feira, 31, que perdeu uma ação de quase R$ 2 bilhões. Em nota, a empresa afirmou que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu dar provimento ao recurso da empresa Paragon Offshore Nederland B.V., ex-fornecedora de sondas de prospecção de petróleo e gás.

O valor estimado da ação é de R$ 1,9 bilhão dos quais R$ 59 milhões encontram-se provisionados.

“A Petrobras apresentará os devidos recursos contra a referida decisão e informa que não houve alteração na expectativa de perda”, manifestou a empresa em comunicado.

A empresa, no entanto, não entrou em detalhes a respeito do mérito da ação analisada pelo TJ do Rio.

Mudança na presidência

Atualmente a Petrobras vive a expectativa pela mudança de comando. O Ministério de Minas e Energia (MME) informou na última segunda-feira que Adriano Pires foi indicado para a presidência da empresa. O economista deve substituir o general Joaquim Silva e Luna.

Em nota, o MME disse que participou da elaboração dos indicados do “acionista controlador”, ou seja, o governo federal, para compor o Conselho de Administração da petroleira. Silva e Luna ficou fora da lista.

“A relação apresenta o Sr. Rodolfo Landim para o exercício da Presidência do Conselho de Administração e o Sr. Adriano Pires para o exercício da Presidência da Empresa”, ressaltou o comunicado.

A lista só terá efeito a partir da confirmação de uma assembleia-geral da companhia, que está marcada para 13 de abril. Como o governo federal controla a empresa, as mudanças devem ser confirmadas junto aos órgãos de governança da Petrobras.

Redação Oeste

Poliana Moça | Capítulo 09 - 31/03/22 , completo



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