Sem apoio popular suficiente, Constituinte do Chile entrega texto da nova Carta Magna

O presidente de extrema esquerda do Chile, 
Gabriel Boric, durante cerimônia de posse 
11/03/2022 | Foto: Divulgação/Governo do Chile

Candidato a presidente da República em 2021, José Antonio Kast critica o texto: 'Não trata dos problemas reais do país'

A Constituinte do Chile entrega o texto final da nova Carta Magna ao presidente Gabriel Boric nesta segunda-feira, 4. Contudo, o documento não tem apoio popular suficiente, segundo as mais recentes pesquisas de opinião do país. A população vai dar o veredito no início de setembro.

Segundo levantamento do instituto Mori publicado na semana passada, 42% dos chilenos hoje rejeitam a Carta, e 38% a aprovam. Há 9% de indecisos e 11% que pretendem se abster. A pesquisa mais recente da Cadem mostra diferença maior, com 51% de rejeição e 33% de aprovação, e 16% de indecisos.

Para grande parte dos chilenos, a Constituinte priorizou causas particulares e foi alheia ao sentimento geral, ao destacar pautas de esquerda. José Antonio Kast, ex-candidato a presidente do Chile, critica o novo texto. Em entrevista a Oeste, Kast disse que a “Carta Magna não trata dos problemas reais do país”.

 “Esperamos que os cidadãos rejeitem a atual proposta da Constituinte do Chile”, disse Kast. “A maioria dos chilenos quis mudanças constitucionais, mas não essas que hoje levariam o país a um fracasso semelhante ao experimentado por outras nações com mudanças parecidas.”

Cristyan Costa

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